Viosinho
Casta procedente de Portugal, cultivada principalmente na região do Douro. Também presente no Alentejo e Açores.
Casta procedente de Portugal, cultivada principalmente na região do Douro. Também presente no Alentejo e Açores.
Casta originária da região vitícola de Rueda (Espanha), autorizada actualmente em grande parte da Península Ibérica, dada a grande qualidade dos vinhos que produz. Abundante em Valhadolid, Segóvia e Ávila. Também é possível encontrá-la nas Canárias e agora em La Rioja. Fora de Espanha destacam principalmente os cultivos na Austrália e em Portugal. No passado, com o nome de Verdelho eram designadas diferentes castas não equivalentes, como Verdelho (da Madeira), Gouveio (Godello) e Verdejo, criando muita confusão nas plataformas ampelográficas de muitos países.
Cepa originária de Gironda, da região bordalesa de França, difundida por todo o mundo.
Casta autóctona portuguesa, cultivada principalmente no Douro, na região de Trás-os-Montes.
Casta originaria do Egipto e posteriormente difundida no Mediterrâneo pelos Romanos. Difundida em Portugal, França, Austrália, Espanha (Moscatel de Alejandria) sul de Itália (Zibibbo, Moscato di Pantelleria), norte de África e outros países do Mediterrâneo. Utilizada pelos árabes como uva de mesa ou uva para secar (em norte-africano Zibibb significa uva seca). Adequada para a pro- dução de vinhos destilados, como o Pisco, produzido no Chile e Peru.
Casta muito antiga, difundida no noroeste de Portugal , especialmente na região de Ponte de Lima, Portugal (5.200 ha no ano 2000) e no sul da Galiza. O seu nome deriva do perfume a louro da uva e das folhas. Também conhecida com o nome de Marques.
É uma das principais castas brancas de Portugal e cultiva-se em muitos lugares; também foi introduzida na Austrália, onde o seu cultivo é muito produtivo, e no Sul de África. Também é co- nhecida com o nome de Maria Gomes.
Casta cultivada principalmente no Dão (Portugal). Possui cacho médio-pequeno, compacto. Bago médio, ligeiramente oval, de difícil desprendimento do pedúnculo. Casta de alto vigor, porte se- mi-ereto, com época de abrolhamento média. Produção média. Sensibilidade média ao oídio, míldio e botrytis. A época de maturação é precoce (igual à Fernão Pires). Dá vinhos elegantes e de complexidade muito alta, acidez média e grande qualidade.
Cultivada no norte de Portugal, em particular na região de Trás-os-Montes, apresenta cacho grande e compacto, e bago médio, arredondado de polpa sucosa e ligeiramente aromática. De vigor médio e porte semi-ereto, apresenta época de abrolhamento média-tardia. Sensível ao míldio e pouco sensível à botrytis e oídio. Cepa de produtividade média, apresenta época de maturação média. Dá origem a vinhos de boa complexidade, frutados (frutas tropicais) e florais nem sempre de suficiente frescura, dada a sua escassa acidez, mas de ótimo perfil aromático, pelo que é recomendado o seu uso em misturas com outras cepas.
Cepa de origem francesa, cultivada na região de Champagne e Borgonha, encontrou ampla difusão em várias zonas vitícolas do mundo. Segundo as estimativas da OIV, no ano 2000 a superfície mundial de Chardonnay era cerca de 100 000 hectares.